sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

"Reservado o direito de admissão"

é coisa que não se pratica na Igreja Católica Apostólica Romana, salvo decerto quanto à propina.

Ricardo Araújo Pereira, licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica:
«não sou católico» - 10.Fev.2018

Pedro Marques Lopes, licenciado em Direito pela Universidade Católica*
«não sou católico nem sou cristão» - 11.Fev.2018

«eu não invento nada (...) mas mesmo assim autodominam-se ** católicos»
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* Prova de que uma universidade excelente pode parir um patareco licenciado.
** autodenominam-se, senhor doutor.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Conta de cabeça

Realce = Cervídeo tetrachifrudo.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Egoísmo individual e outros planos


«No plano do egoísmo individual» torna-se insignificante a «aparência de clara ilegalidade na perpetuação por muito tempo» do José Manuel Mestre.

Da «experiência empírica» do Miguel Fernandes é melhor não falar.

Pleonasmo, truísmo, redundância, tautologia; sarcasmo, hipismo, distância, coisa da tia.
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Ai, Manuela!

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Cerca de 26 entidades quantas entidades são?

Maria Teresa Bispo, do NPISA*, esclarece:

As saudades que eu tinha da exactidão... 
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* NPISA

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Quatro percas dum professor catedrático*

«Um sentimento quase apátrida exacerbado por uma tripla perca irreversível e irremediável: a perca de estatuto, a perca de património e a perca da memória.»

«Perca
A perca, nome feminino, é um tipo de peixe.
[…]
O resto é deformação popular que, lamentavelmente, certos dicionários abonam.
Diga-se e escreva-se "a perda de competitividade", "a perda de bola", "sem perda de tempo".»

Concordo.
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Maior justiça social

«Diminuir o fosso entre os mais ricos e os menos pobres.»
Pedro Santana Lopes, 13.Jan.2018

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

domingo, 31 de dezembro de 2017

Que é feito do Plúvio?

Assim o reencontre, direi.
Muito obrigado pela atenção.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Furacões e furaconas

«[...]
O algoritmo do Google tem a indelicadeza de mostrar que, quinze dias antes, uma revista que se dedica a relatar factos sensíveis de gente sensível para gente sensível confundiu Catarina Furtado com um bulldozer e comunicou: "Catarina Furtado arrasa em biquíni". Mas como os furacões têm nomes de mulher e logo a seguir aparece um título onde o verbo "arrasar" é usado no sentido literal — "Furacão Maria arrasou a ilha de Dominica" —, somos levados a pensar que talvez estivéssemos equivocados e que o nome de Catarina Furtado designa, no idioma da revista sensível, não um efeito bulldozer provocado pela magia do biquíni, mas um verdadeiro furacão — feminino, como é o nome de todos os furacões.
[...]»

Num destes dias considerei António Guerreiro como «o melhor e mais bem informado colunista da nossa comunicação social».
Faltou-me acrescentar «salvo quanto à onomástica dos furacões em que António Guerreiro leva um atraso de 37 anos». Atraso zombeteiro e encanitante quando se escreve todas as sextas numa "estação meteorológica"...
«[...] Em 1953, o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos deu o primeiro nome de uma pessoa a estas tempestades, para ser mais fácil comunicar com o público, estreando-se com Alice. Durante anos, os furacões, tempestades tropicais que se formam no Atlântico, apenas tinham nomes de mulheres. No Pacífico, estas tempestades tropicais (que aí se chamam tufões) também receberam nomes de pessoas, que no início eram igualmente de mulheres.
Mas os furacões do Atlântico tiveram o seu primeiro nome de homem em 1979 – Bob. O mesmo aconteceu nessa década para os tufões no Pacífico.
Desde então, para evitar discriminações sexuais, a designação deste fenómeno natural é escolhida, de forma alternada, a partir de uma listagem de nomes masculinos e femininos, e cada um desses furacões pode revelar-se bastante violento independentemente da sua denominação. [...]»

Qual o nome do próximo?
Fui espreitar. Tão cedo não virá nenhum António.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

A comissão dos arquitetos e o clarinete

Entre os 1060 comissários de honra de Medina2017, de que conheço 360, avultam com maior representação por mester
72 arquitetos, nenhum arquitecto,
55 empresários,
45 advogados,
33 jornalistas,
28 atrizes, nenhuma actriz,
26 actores e um ator [Hélder Gamboa],
26 músicos, dos propriamente ditos,
19 fadistas,
18 deputados e ex-deputados, nenhum ministro,
12 cozinheiros.

Ademais,
nenhum padre ou bispo, mas dois abades [Agostinho e Tiago],
um enrabador notório, no T,   
um ladrão rasca, sim, rasca, no T,
nenhum jovem da Cova da Moura, talvez para desgosto de Joana Gorjão Henriques, Valentina Marcelino e Fernanda Câncio [tenho quase aprontado um exaustivo e explosivo estudo, ahahah, que logo publicarei].

Vai para 40 anos que me entretenho a perscrutar listas de "comissões de honra" nos processos eleitorais.
Por exemplo, é todo um tratado de hermenêutica antropológica adivinhar e distinguir os que apoiam Fernando Medina para que ganhe dos que apoiam Fernando Medina porque vai ganhar. Alguns destes, parasitas e oportunistas de turno, fedem que tresandam.

Exercício divertido, salutar e edificante é igualmente o de, mais um exemplo, reconhecer os comissários de honra comuns à presente campanha de Medina e, seis anos atrás, à campanha de recandidatura de Cavaco Silva, a começar, significativamente, pelo primeiro nome da ordem alfabética...

Por exemplo ainda, sendo óbvio que não causa nem poderá causar a menor estranheza a não comparência de Alberto Gonçalves entre os apoiantes de Medina, confesso que ainda hoje me desconcerta revisitar o seu nome na Comissão de Honra de um bronco de Boliqueime.

Nenhum dos candidatos a Lisboa me suscita a menor simpatia e detesto especialmente o esfíngico e videirinho alMedina.
É também por isso que no próximo domingo vou votar com redobrado gosto na projecção do concelho em que resido «como Capital do Clarinete». Na CDU, pois então.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

De tanto cair em mim

estou cheio de hematomas.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Vida de merda,

a que levamos no escrutínio de indícios de sangue na inocência alva do papel higiénico.