domingo, 30 de novembro de 2014

Falar português

«[...]
Saímos daqui com uma estratégia assente na importância da qualificação, na valorização dos nossos recursos: as pessoas, o território, a língua, as comunidades portuguesas no mundo, a posição geográfica de Portugal no mundo.
[...]»
- António Costa, hoje pelas 13:20, no discurso de encerramento do XX congresso do PS.
António Costa diz invariavelmente 'aco(ó)rdos'. Fica-lhe mal; é 'aco(ô)rdos'. 

sábado, 29 de novembro de 2014

Clara Ferreira Alves almoçou com Mário Soares

Ela, garoupa; ele, costeleta.
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PS
Omissão grave de Clara Ferreira Alves, que é católica: não ter interpelado Mário Soares, sem fé, acerca do Papa Francisco. Haveria de escutar coisas extraordinárias. Qual Obama, qual quê!?

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

FC/FC e mais tricas entre camaradas

A jornalista Fernanda Câncio - "Aproximadamente", DN, 28.Nov.2014 - não chama nada à jornalista Felícia Cabrita.

O jornalista Ferreira Fernandes - "Debica indícios, cronista, debica, e bolça certezas", DN, 28.Nov.2014 - chama pedaço de asno ao jornalista João Miguel Tavares - "A presumível inocência de Sócrates", Público, 27.Nov.2014.

Manoel de Oliveira

Fazendo justiça ao tempo e ao homem, há muito se imporia corrigir a desactualizadíssima expressão para «o mais antigo realizador mais velho do mundo em exercício».
Até que os exercícios do cineasta determinem nova actualização.

José Tolentino Mendonça no ovo da serpente

Não se vê jeito de o omnímodo, ubíquo, consensual e incensado padre Tolentino nos dizer o que andam a ensinar acerca do Dinheiro, do Sucesso, da Ganância e do Escrúpulo na Universidade Católica, de que é vice-reitor e que tantas luminárias tem posto nos comandos deste país.
Vá lá, senhor magnífico padre-poeta, tire-se de comodidades, use, por exemplo, o seu púlpito na Revista do Expresso, "que coisa são as nuvens" e, por três minutos que seja, deixe de ser nefelibata. Faça como o George da legionella, explique-nos, sossegue-nos, que os ares começam a ficar podres demais. A Política não está proibida aos poetas. Situe-se, homem!
«[...]
Para José Tolentino Mendonça, Ser padre é (...) aceitar a pobreza como condição. E a pobreza é uma coisa chata de viver. É achar que isso pode ser uma forma de dizer alguma coisa ao seu tempo". (...) o autor, para quem A poesia é a arte de resistir ao seu tempo,
[...]» - Porto Editora
Pobreza, os tomates; resistir, o tanas.

A camisa de Matt Taylor

«[…]
Como se sabe, as pessoas do género do Matt [Matt Taylor, missão Rosetta] dividem-se em seis categorias: homens que gostam de mulheres, homens que gostam de homens, homens que gostam de mulheres e de homens, homens que gostam de ornitorrincos (e/ou outras espécies) e homens que não gostam, ponto.* O gosto do nosso físico Matt Taylor surpreendeu talvez por ser raro, gosta de mulheres. Sabemos desde o professor Tournesol, os cientistas são uma raça de originais. Matt Taylor gosta de mulheres. Proclamou-o na camisa. Vai daí, deita pedra na Geni!
[…]
Os cientistas devem ser postos na linha. Matt Taylor foi. Dois dias depois do Matt da camisa, ele apareceu de cinzento, pediu desculpa aos ofendidos e chorou. Foi um pequeno choro para um cientista mas um grande salto para a tolice. Os criadores bem podem chegar aos cometas, mas cá em baixo quem ainda manda são os eunucos.»
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* Conto cinco categorias. De que abstrusos homens se terá esquecido Ferreira Fernandes no tinteiro? Os que gostam da Geninha Melo e Castro? Nunca se sabe.

domingo, 9 de novembro de 2014

José Rodrigues dos Santos por António Araújo

«Rodrigues dos Santos: a sexualidade das onomatopeias»
1  -  2  -  3  -  4  -  5   |  de 04 a 08.Nov.2014, no blogue Malomil.
Isto, sim, merece ser viral.

Quanto à legionella, amante de gotículas, cuidado com a chuva.

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Por qualquer razão que não me ocorre agora, o presente verbete esteve para se chamar "Vírus e bactérias".]